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O projeto obriga o governo de Mato Grosso a realizar campanhas continuadas e determina que a divulgação de casos de crimes contra as mulheres nas peças publicitárias deve ter a autorização prévia das vítimas
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As mulheres que vivem em comunidades dominadas por gangues ou por milícias enfrentam abusos e não contam com proteção
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O Juizado Especial de Ceilândia, no Distrito Federal, não tem competência para processar e julgar crimes contra a vida praticados em contexto de violência doméstica. Esse é o entendimento da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que decidiu que a competência nesse caso é do Tribunal do Júri.
A questão chegou ao STJ em um habeas corpus impetrado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). No julgamento de um conflito de competência, o tribunal local decidiu que caberia ao juizado especial processar o caso até a fase de pronúncia. Só após a fase de formação da culpa, com o réu já pronunciado, é que os autos deveriam ser remetidos ao Tribunal do Júri. O MPDFT argumenta que, pelas regras constitucionais, todos os crimes contra a vida devem ser processados e julgados no Tribunal do Júri.
Primeiramente, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora do caso, ressaltou que o Ministério Público tem legitimidade para o impetrar o habeas corpus. Ao analisar o mérito do pedido, a ministra destacou que a Lei de Organização Judiciária do Distrito Federal estabelece explicitamente que cabe ao juiz presidente do Tribunal do Júri processar os feitos de sua competência, mesmo antes do ajuizamento da ação penal. Ela concluiu que a própria lei reconhece a incompetência do juizado especial criminal.
A relatora explicou que o caso não se confunde com a decisão da Quinta Turma do STJ no HC nº 73.161. Nesse precedente, a Turma reconheceu a competência do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, que funciona junto à 3ª Vara Criminal de Florianópolis, em Santa Catarina, para processar um caso de violência doméstica. Isso porque, de acordo com o artigo 14 da Lei nº 11.340/06 (Lei Maria da Penha), os estados podem criar esses juizados para o processo, o julgamento e a execução das causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Na situação julgada pela Sexta Turma, ocorreu cumulação entre violência doméstica contra a mulher e tentativa de crime doloso contra a vida, o que atrai normas da Lei Maria da Penha e do Tribunal do Júri. Com essas considerações, a Turma, seguindo o voto da relatora, concedeu o habeas corpus para anular o processo a partir do recebimento da denúncia e encaminhar os autos para o 1º Tribunal do Júri de Ceilândia/DF.
Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça
---Publicado pelo site DireitoNet, 27/05/09. |
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Desde outubro, média de novos casos passou de dez por mês para um por dia
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Crianças sofrem abusos sexuais de pais, padrastos, tios. Em São Paulo, hospital atende sete vítimas de pedofilia por dia
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A pena pode ser aumentada em 2/3 se a discriminação for acompanhada de violência física
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O Unifem lançou no Brasil o relatório global "Progresso das Mulheres no Mundo 2008/2009", que coloca a Lei Maria da Penha como uma das três legislações mais avançadas do mundo para o enfrentamento da violência contra as mulheres, mas está entre os mais atrasados na representação feminina no poder
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Foi inaugurado um projeto piloto para educação e responsabilização de homens autores de violência contra mulheres. A iniciativa, desenvolvida como parte das políticas públicas para enfrentamento da violência de gênero no país, é a primeira do tipo no país.
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A proposta de soltar presos acusados e condenados por violência contra as mulheres, para diminuir a superlotação de cadeias, deixou surpresa a secretária de Políticas para Mulheres e Promoção das Igualdades Raciais, Denise Carvalho
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Decisão do ministro Esteves Lima mantém pena de 15 anos de prisão
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Menos de 2% dos homens que praticam violência contra mulher e participam de grupos de reflexão voltam a agredir suas companheiras. Os números são do Juizado Especial Criminal da Violência Doméstica contra a Mulher de São Gonçalo, RJ
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Prazo se encerra em 17 de abril de 2009. Aportes destinam linhas de recursos de US$100 mil a US$1 milhão para projetos com duração de até três anos
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Agora, mulheres conhecedoras de seus direitos e das leis ajudam os delegados, juizes e outras autoridades para que a Lei Maria da Penha seja cumprida

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Dos agressores que passam por processo de reabilitação oferecido pelo Serviço de Educação e Responsabilização (SER) do município de Nova Iguaçu, 95% não voltam a cometer atos de violência contra mulheres
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Espalhados por todo Brasil, ONGs e órgãos públicos buscam assegurar direitos da população feminina
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Mulher grávida é agredida e tem parto antecipado Agressor e vítima mostram duas versões do mesmo drama.
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Em algumas cidades, homens que já agrediram suas companheiras se reúnem para aprender a controlar as emoções
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Dos homens que praticaram violência contra mulher e participam de grupos de reflexão, menos de 2% voltaram a agredir suas companheiras
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Presidente do Senado comunicou ter determinado o levantamento de todos os projetos em tramitação no Congresso que possam aperfeiçoar a Lei Maria da Penha
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O resultado da Pesquisa DataSenado, divulgado nesta quinta-feira (5) revela que a lei que cria mecanismos para coibir a violência doméstica contra mulheres (Lei 11.340/06) já é conhecida por 83% das entrevistadas
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Dos 4.854 atendimentos por causas violentas registrados, 72% foram praticados por um parente
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“No Carnaval, nenhuma mulher quer ser saco de pancada”. E se depender da campanha feita em Salvador pelo Conselho Municipal da Mulher não será mesmo. Durante todos os dias da folia, dezenas de conselheiros e voluntários estarão desfilando e distribuindo material informativo sobre como proceder em caso de violência contra a mulher, dentro e fora da festa
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Cerca de 200 mulheres da cidade italiana de Monza vão ter aparelhos de GPS, batizados de "caixas rosas", instalados em seus veículos nas próximas semanas, em uma iniciativa da prefeitura local de evitar crimes sexuais
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Um trio elétrico formado só por mulheres vai desfilar pelas ruas do centro do Recife no próximo sábado, integrando a programação do bloco carnavalesco Galo da Madrugada. O trio elétrico, coordenado pela Secretaria da Mulher de Pernambuco, tem como objetivo levar orientações para os foliões por meio de marchas de carnaval e mensagens informativas sobre os direitos das mulheres, Lei Maria da Penha e rede de atendimento às mulheres em situação de violência
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A Câmara vai criar uma procuradoria para receber e encaminhar aos órgãos responsáveis denúncias de violência e discriminação contra a mulher
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Projeto de lei aprovado pela Alerj prevê a suspensão da posse ou restrição de porte de arma de fogo dos agentes de segurança do Estado do Rio que tiverem praticado ato de violência doméstica e familiar contra a mulher
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Outra novidade é a criação da Central de Abrigamento para fornecer informações sobre disponibilidade de vagas em casas abrigo pela Central 180
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Por três votos a dois, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que lesões corporais leves praticadas contra a mulher no âmbito familiar também constituem delito de ação penal pública incondicionada.
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Pesquisa realizada pela Justiça do Maranhão mostrou que em 25% dos casos analisados, os agressores estavam armados, principalmente com faca (55%) e revólver (6%) e 75% dos denunciados eram reincidentes
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Pesquisa mostra que em grande parte dos casos a agressão foi praticada por ex-companheiros, pois o homem geralmente não reconhece o rompimento do vínculo conjugal e continua alimentando o sentimento de posse sobre a ex-companheira
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Todas as vezes que apanhava registrava um boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher. Mas, ele era sempre solto. Os policiais me diziam que para ele ficar preso teria que ser pego em flagrante".
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O Código Penal é obsoleto e o resultado é esse: mulheres sofrendo ataques sexuais em consultórios médicos, bem como em outros ambientes, e o Ministério Público de mãos atadas.
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A informação é da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 que registrou mais de 117 mil solicitações de informações sobre a Lei, durante o ano passado
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Secretaria especial da área diz que sanção, em 2006, e divulgação da Lei Maria da Penha ajudou com o aumento
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Levantamento mostra que 64,9% das vítimas são agredidas diariamente. Em 67,2% dos casos de violência, homens estavam bêbados ou drogados.
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Maioria dos crimes teve motivo passional, mas houve também o registro de latrocínios e execuções do tráfico
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Foi lançada em Washington, a Gargantilha da Atitude - produto global da Avon que começa a ser vendido nos folhetos da empresa em mais de 40 mercados do mundo, para patrocinar projetos voltados para o combate à violência doméstica contra a mulher
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