Impacto da violência na saúde das mulheres e crianças
· As mulheres que relataram violência declararam com maior freqüência o uso diário de álcool e problemas relacionados à bebida nos últimos 12 meses.
· Os filhos de 5 a 12 anos de mulheres que referiram violência apresentam mais problemas, como pesadelos, chupar dedo, urinar na cama, ser tímido ou agressivo.
· Na cidade de São Paulo, as mães que declararam violência relataram maior repetência escolar de seus filhos de 5 a 12 anos; na Zona da Mata, maior abandono da escola.
Lesões decorrentes da violência
· 11% em São Paulo e 13% na Zona da Mata relataram haver sofrido lesões, tais como cortes, perfurações, mordidas, contusões, esfolamentos, fraturas, dentes quebrados, entre outras.
· Dentre as mulheres que relataram lesões, 36% ficaram tão machucadas que necessitaram assistência médica. Destas mulheres, 22% em São Paulo disseram haver passado uma noite no hospital devido ao trauma físico e 20% na Zona da Mata.
Violência durante a gravidez
· 8% na cidade de São Paulo e 11% na Zona da Mata relataram violência física durante a gravidez. Dentre estas, 29% das mulheres em São Paulo e 38% na Zona da Mata contam que receberam "socos ou pontapés na barriga durante a gravidez".
· Em São Paulo, entre as mulheres que relataram violência física e sexual, 28% fizeram um aborto. Entre as que não relataram violência, 9% recorreram à prática do aborto. Na Zona da Mata, entre as mulheres que relataram violência física e sexual, 8% realizaram ao menos um aborto, enquanto entre as que não relataram violência o índice é de 3%. Essas diferenças foram estatisticamente significativas.
Busca de ajuda
· 22% das mulheres em São Paulo e 24% na Zona da Mata nunca haviam relatado a violência a ninguém; para estas, a pesquisa foi a primeira oportunidade para o relato.
Tiveram que sair de casa
· Quatro entre dez das mulheres que relataram violência na cidade de São Paulo (41%) tiveram que sair de casa pelo menos uma vez por causa das agressões, enquanto na Zona da Mata mais de cinco em cada dez (52%) tiveram que sair de casa pela mesma razão.
Razões para ficar
· Quando perguntada sobre os motivos para continuar na relação apesar da violência, a resposta mais freqüente foi que “perdoou o parceiro” (31% na Zona da Mata e 32% na cidade de São Paulo), seguida de “não queria deixar as crianças” (29% na Zona da Mata e 25% em São Paulo) e, em terceiro lugar, o “amor pelo parceiro” (23% em São Paulo e 24% na Zona da Mata).
Violência cometida por outros agressores
· A violência física sofrida após os 15 anos e que foi cometida por outro agressor que não o parceiro foi referida por 21% das mulheres em São Paulo e 13% na Zona da Mata.
· Relataram violência sexual após os 15 anos 7% das mulheres em São Paulo e 5% na Zona da Mata.
· A violência sexual antes dos 15 anos foi relatada por 12% das mulheres em São Paulo e 9% na Zona da Mata. Este dado foi colhido anonimamente, através do preenchimento de uma cédula
Leia o release de divulgação da pesquisa em http://www.agende.org.br/oms/FolhetoViolência-2111021.htm
Mais informações sobre a pesquisa podem ser obtidas com as integrantes do Grupo de pesquisa na linha Violência e Gênero das práticas de saúde Departamento de Medicina Preventiva / Faculdade de Medicina da USP: Profa. Lilia Blima Schraiber, Profa. Ana Flavia P.L. D'Oliveira ou Profa. Marica Thereza C. Falcão (11) 3066 7085 / 3066 7094
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Violência doméstica e sexual entre usuárias dos serviços de saúde
Realização: Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
· 40% das mulheres entrevistadas relataram violência física e/ou sexual por parceiro, sendo que 5% relataram casos exclusivos de violência sexual.
As pacientes do Centro de Saúde Escola da Barra Funda (CSE) e do Centro de Referência e Treinamento em Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS (CRT/AIDS) foram as que apresentaram as maiores taxas de violência física e/ou sexual, com mais de 50% das usuárias entrevistadas relatando casos de violência conjugal.
Invisibilidade da violência
· Dos 1.902 prontuários lidos, apenas 4 tinham registros de violência física. Todos estes casos foram de violência cometida por parceiro e também foram relatados na aplicação do questionário.
· Menos de 1% dos casos de violência física e/ou sexual sofrida alguma vez na vida e que foram relatados na pesquisa haviam sido registrados em prontuário durante o atendimento usual no serviço de saúde.
Violência física por parceiro durante a gravidez
· Entre as mulheres que já engravidaram, 17% referiram ao menos um episódio de violência física durante a gravidez. Novamente, os núcleos CSE Barra Funda e CRT/AIDS apresentaram as maiores taxas de violência: 25% e 23%, respectivamente.
Violência cometida por outros agressores
· Em torno de 20% das usuárias entrevistadas nos 9 núcleos relataram violência física e/ou sexual cometida por outras pessoas (familiares, conhecidos e estranhos), sendo que as maiores taxas encontradas são, mais uma vez, nos núcleos CSE Barra Funda e CRT/AIDS (36%).
· Os outros agressores da violência física antes e após os 12 anos foram em sua maioria os familiares (74%), seguidos por conhecidos – vizinhos, amigos ou colegas de trabalho, patrão etc. – (16%) e estranhos (10%).
· Os outros agressores da violência sexual após os 12 anos foram em sua maioria estranhos (54%); porém, ao analisar os agressores da violência sexual antes dos 12 anos, os familiares responderam por 76% dos casos.
A pesquisa foi realizada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo nas unidades básicas de saúde e ambulatórios médicos, que são portas de entrada da rede pública de saúde.
Mais informações sobre a pesquisa com as integrantes do Grupo de pesquisa na linha Violência e Gênero das práticas de saúde Departamento de Medicina Preventiva / Faculdade de Medicina da USP: Profa. Lilia Blima Schraiber, Profa. Ana Flavia P.L. D'Oliveira ou Profa. Marica Thereza C. Falcão (11) 3066 7085 / 3066 7094
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Vitimização 2002
Realização: I lanud / FIA-USP / Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República
A pesquisa foi feita em conjunto pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Fundação Instituto de Administração da USP (FIA-USP) e Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e o Tratamento do Delinqüente (Ilanud).
Seu objetivo foi estimar a prevalência de certos crimes, as taxas de subnotificação, o sentimento de insegurança e o grau de conhecimento e avaliação da população com relação ao PIAPS – Programa de Prevenção a Violência Urbana gerenciado pelo Gabinete de Segurança Institucional. A responsabilidade pela interpretação dos resultados cabe exclusivamente ao Ilanud.
A pesquisa foi feita com 2800 entrevistados, maiores de 16 anos, moradores das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Vitória. Os entrevistados foram selecionados por sorteio probabilístico e as entrevistas – 700 em cada cidade - foram feitas nos domicílios dos entrevistados, durante os meses de abril e maio de 2002.
A análise da pesquisa pode ser acessada em http://www.ilanud.org.br/vitimiza.htm
Foram selecionadas abaixo as ocorrências referentes à agressão sexual.
Período de ocorrência, por tipo de crime e cidade (%)
|
Quando aconteceu o crime (2002)
|
Total
|
SP
|
RJ
|
RE
|
VI
|
|
Agressão sexual este ano
|
36
|
49
|
12
|
17
|
30
|
Local do crime, por tipo de crime e cidade (%)
|
Onde aconteceu (perto / na própria casa)
|
Total
|
SP
|
RJ
|
RE
|
VI
|
|
Agressão sexual
|
48
|
46
|
45
|
66
|
54
|
Local do crime, por tipo de crime e escolaridade (%)
|
Onde aconteceu (perto / na própria casa)
|
até 1º grau
|
2º grau
|
Superior
|
|
Agressão sexual
|
25
|
13
|
8
|
Notificação por tipo de crime e renda (%)
|
Notificação do Crime
|
até 400
|
401/800
|
801/1600
|
mais de 1600
|
|
Agressão sexual
|
36
|
4
|
7
|
1
|
Notificação por tipo de crime e escolaridade (%)
|
Notificação do crime
|
até 1º grau
|
2º grau
|
Superior
|
|
Agressão sexual
|
34
|
41
|
37
|
Relação com os agressores por tipo de crime e escolaridade (%)
|
Não conhecia os agressores
|
até 1º grau
|
2º grau
|
Superior
|
|
Agressão sexual
|
68
|
69
|
92
|
Presença de arma no incidente por tipo de crime e cidade (%)
|
Agressor tinha arma
|
total
|
SP
|
RJ
|
RE
|
VI
|
|
Agressão sexual
|
44
|
42
|
46
|
51
|
33
|
Fonte: Pesquisa de Vitimização Ilanud / FIA / GSI, 2002 .
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Violências Públicas e Privadas
Realização: Núcleo de Estudos das Violências (Nupevi). Pesquisa principal desenvolvida no PPGSC/IMS/UERJ, a qual estão vinculados vários subprojetos.
Subprojetos
Estudo sobre a Influência da Violência Familiar no Processo de Desnutrição Infantil
Magnitude e Caracterização da Violência Familiar em Nível Populacional
Pesquisa Amostral de Vitimização nas Cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte
Redes de Tráfico de Drogas e Estilos de Consumo
Violência Contra a Mulher Grávida como Fator de Propensão da Prematuridade no Recém-Nascido
Violência Familiar no Âmbito dos Serviços de Saúde
Violência, Pobreza e Identidade MasculinaMais informações com Alba Maria Zaluar -
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ou Michel Schiray -
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http://www.ims.uerj.br/nupevi
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Homens, violência de gênero e saúde sexual e reprodutiva: um estudo sobre homens no Rio de Janeiro (2003)
Realização: Institutos Noos e Promundo
Trata-se do primeiro estudo sobre violência de gênero realizado com homens no Brasil abordando sua correlação com questões de saúde sexual e reprodutiva.
Este relatório apresenta os resultados de um estudo qualitativo e quantitativo sobre violência de gênero e saúde sexual e reprodutiva, com homens de faixa etária entre 15 e 59 anos, em dois bairros da cidade do Rio de Janeiro — Bangu e Botafogo —, envolvendo três comunidades: duas de baixa renda e uma de classe média.
Alguns resultados:
O estudo revela que 25,4% dos homens afirmaram ter usado violência física pelo menos uma vez e que quase 40% disseram ter usado violência psicológica, pelo menos uma vez, contra sua parceira íntima – incluindo insultos, humilhação ou ameaças verbais. No total, 51,4% desses homens usaram algum tipo de violência – física, psicológica ou sexual – contra sua parceira íntima pelo menos uma vez. O uso de violência contra mulheres, neste estudo, encontra-se associado ao baixo nível educacional e ao fato de os homens terem sido vítimas ou testemunhas de violência contra as mulheres em suas famílias de origem.
Quinze por cento (15%) do total dos homens pesquisados relataram ter contraído DST ao menos uma vez; entretanto, apenas 42% deles informaram suas parceiras sobre o problema. Quanto ao fato de ser vítima e/ou testemunha de violência, 40% dos homens disseram ter testemunhado violência de um homem contra uma mulher em suas famílias de origem, e 45,5% informaram ter sido vítimas de violência física em casa.
O estudo faz comparações sobre o uso de violência por homens de diferentes níveis de rendimento, faz associações sobre o uso de preservativo e incidência de DSTs e comenta as justificativas apresentadas para o uso de violência contra as parceiras.
Acesse a íntegra da pesquisa em [ Download em Português ]
Estudo de Caso: "Projeto de Jovem para Jovem":Engajando Homens Jovens na prevenção de violência e na saúde sexual e reprodutiva
Realização: Instituto Promundo
Este “estudo de caso” apresenta a experiência do Instituto Promundo no envolvimento de homens jovens na prevenção da violência de gênero e na promoção da saúde sexual e reprodutiva.
O projeto baseou-se em uma pesquisa que, inicialmente, identificou homens jovens “mais eqüitativos” nas relações de gênero do que outros jovens na comunidade, e identificou fatores que contribuíram para estes comportamentos e atitudes.
Uma outra pesquisa adicional – com aspectos qualitativo e quantitativo – identificou barreiras para o uso do preservativo, o que conduziu a uma estratégia de marketing social de preservativos planejada com e para homens jovens.
Download em Português
Outro projetos desenvolvidos pelo Instituto Noos
Violência intrafamiliar: um olhar sobre homens autores de violência(agosto 2000 - fevereiro 2001)
Projeto de aplicação de penas e medidas alternativas aos homens autores de violência intrafamiliar e de gênero
Prevenção de violência intrafamiliar e de gênero em parceria com homens
Gênero, gerações e direitos humanos: monitorando e capacitando para o trabalho de prevenção à violência intrafamiliar e de gênero
Cidadania, gênero e gerações: capacitando para o trabalho de rede para a prevenção à violência intrafamiliar
Homens de bem
Mais detalhes sobre os projetos em http://www.noos.org.br/projetos.html
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Dados sobre violência contra as mulheres no Estado de São Paulo
Realização: Fundação Seade
Mais da metade das ocorrências de estupro registradas nos distritos policiais e nas delegacias especializadas de defesa da mulher no Estado de São Paulo nem chega a resultar em inquérito policial.
A apuração da maior parte dos casos de estupro – considerado crime hediondo, com pena de seis a dez anos de prisão – não vai além do boletim de ocorrência, segundo levantamento da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) referente ao período de 1997 a 2002.
Sobre violência contra a mulher no Estado de São Paulo
Estupros
Atentados Violentos ao Pudor e Lesões Corporais Dolosas
Cadastro de Delegacias de Defesa da Mulher
Atendimentos realizados nas Delegacias de Defesa da Mulher
Funcionamento da Justiça Criminal
População Carcerária
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Serviço de atendimento a vítimas de violência no Hospital Pérola Byington
Realização: União de Mulheres de São Paulo
A União de Mulheres desenvolveu no Hospital da Mulher Pérola Byington, em São Paulo, o projeto “Implantação do Serviço de Atendimento aos Casos de Violência Doméstica”. Em uma primeira etapa, o projeto procurou conhecer a dinâmica de funcionamento do hospital e sensibilizar funcionárias/os e diretoria para o reconhecimento da violência doméstica como um problema de saúde pública. A segunda etapa corresponde à efetiva implementação do serviço.
Mais informações com Maria Amélia de Almeida Teles, da União de Mulheres de São Paulo, tel.: (11) 3106.2367 ou
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Mapa da Violência Contra a Mulher em São Paulo
Realização: OAB-SP
Com base nos registros de ocorrências da malha de delegacias especializadas no atendimento à mulher, a Comissão da Mulher Advogada da OAB-SP preparou o ma pa estatístico da violência contra as mulheres em todo o Estado de São Paulo registradas em 2004.
Foram classificadas agressões diversas, como lesões corporais dolosas, maus-tratos, calúnia, difamação, constrangimento, ameaça, estupros, tentativas de estupros, atentado ao pudor e crimes sexuais sem violência.
“Em todo o Estado foram registrados mais de 132 mil casos de violência contra a mulher, apenas nos cinco primeiros meses desse ano, mas o número pode ser muito maior, porque muitas mulheres não fazem boletim de ocorrência por medo ou vergonha”, diz a presidente da Comissão da Mulher Advogada, Maria Elisa Munhol.
Na capital paulista, os dados provêm das nove subseções da Delegacia da Mulher: Centro, Sul, Oeste, Norte, Leste, Santo Amaro, São Miguel, São Mateus e Pirituba, que juntas contabilizam 21.888 casos com algum tipo de violência contra a mulher, mas apenas 241 prisões efetuadas.
O bairro de Santo Amaro registrou, neste período, o maior número de ocorrências com 4.903 casos, incluindo, entre outros, 1.146 lesões corporais dolosas, 1.094 ameaças e 11 estupros. Também foi o bairro onde a Delegacia da Mulher mais efetuou prisões: 152. São Miguel Paulista vem em seguida com 4.179 casos registrados, sendo 923 lesões corporais; 1.321ameaças e 10 estupros. Foram 22 prisões.
Conforme o mapa, a região central revela-se a área com maior incidência de crimes sexuais. Houve 40 estupros, sendo 12 de autoria conhecida e 28 de autoria desconhecida, além de duas tentativas de estupros e cinco atentados violentos ao pudor. No entanto, teve a segunda menor taxa de lesões corporais dolosas, atrás apenas de Pirituba, que tem o maior número de boletins de ocorrência por constrangimento ilegal.
Em relação ao interior de São Paulo, foram analisados os dados de 116 municípios com Delegacias de Defesa da Mulher, que efetuaram 110.956 registros. Depois da Capital, a Região Metropolitana de Campinas, formada por 19 municípios e com 2,3 milhões de habitantes mostra-se a mais violenta contra a mulher. Em apenas sete desses municípios foram realizados 8.602 registros. Entre eles, Americana se destaca com 3.619 casos.
No interior, as grandes cidades também são as campeãs em crimes sexuais. Guarulhos lidera com 25 estupros contabilizados, seguida de Campinas com 22, Franca com 13, Ribeirão Preto com 12 e Santo André com oito. Entre todos os municípios analisados, apenas 26 não registraram crimes de estupro ou atentado ao pudor no período.
Fonte: release da Assessoria de Imprensa da OAB-SP . Mais informações: (11) 3291-8179 / 8182.
Acesse os dados completos desse levantamento em Excel.
Mapeamento Nacional de Pesquisas e Publicações sobre Violências contra as Mulheres
Realização: Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa CatarinaO projeto pretende realizar um grande levantamento de publicações e trabalhos de pós-graduação produzidos no Brasil nos últimos 25 anos (1978-2003) sobre várias violências sofridas pelas mulheres em particular (doméstico/conjugal, abuso sexual, assédio sexual, institucional, etc) e de gênero em geral (especialmente violência contra homossexuais).
O objetivo é catalogar os trabalhos que vêm sendo realizados, dando visibilidade a esta produção cada vez mais necessária como fundamentação para as políticas públicas de violência doméstica e de gênero.
Mais informações em http://www.nigs.ufsc.br ou com o Nigs (
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).
A tentativa de suicídio é mais freqüente entre mulheres que sofrem violência. Tanto em São Paulo como na Zona da Mata as mulheres que sofreram violência relataram de 2 a 3 vezes mais a intenção e a tentativa de suicídio do que aquelas que não sofreram.